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Praça Mauá, Saúde e Gamboa

A Praça Mauá fica no Centro, perto da zona portuária. Localizada entre os morros de São Bento e Conceição, é um destino procurado pelos turistas. No seu entorno os visitantes podem apreciar a beleza barroca do Mosteiro de São Bento, conferir a programação do Museu de Arte do Rio, visitar a histórica Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição e conhecer a escada da Pedra do Sal, o berço do samba. Trata-se de uma região rica em cultura e que merece uma visita.

Antes do aterro que deu origem à zona portuária, havia uma pequena praia no local. Por isso, o primeiro nome do logradouro era Praça da Prainha, em referência ao marco geográfico. A construção mais antiga do seu entorno é o Mosteiro de São Bento. A instituição foi fundada em 1590, apenas 25 anos após o início da cidade. O prédio da Igreja de Nossa Senhora de Montserrat, que se situa no interior do complexo e é aberta à visitação, foi projetado e erguido em 1617. Sua conclusão aconteceu somente 57 anos mais tarde, em 1690, por causa de diversos empecilhos como um incêndio e ataques de piratas. Nesse período, os beneditinos instalaram-se na Ermida de Nossa Senhora do Ó (no terreno onde, depois, foi construída a Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé), no Largo do Carmo (atual Praça XV). O projeto foi alterado inúmeras vezes. O interior, com talhas de madeira revestidas com ouro, em estilo barroco, começou a ser feito em 1717 pelo escultor Alexandre Machado Pereira. Nessa reforma, as paredes receberam figuras de anjos no mesmo estilo da escultura de Nossa Senhora do Montserrat, localizada no altar. A santa segura uma imagem de Jesus cujos olhos, inicialmente, era feitos de ovos de aves pintados (recentemente, eles foram trocados por vidro). O conjunto completo do mosteiro foi construído entre 1652 e 1742.


Além do Morro de São Bento, os religiosos ocuparam também a Ilha das Cobras (que, atualmente, é território da Marinha). Em 1711, uma expedição francesa comandada pelo corsário René Duguay-Trouin invadiu o Rio de Janeiro, de onde era escoado o ouro trazido de Minas Gerais, ocupou o terreno e bombardeou o monte, acertando o mosteiro e outras partes da cidade. Por causa disso, entre 1713 e 1718, foi construída a Fortaleza de Conceição no morro atrás da Praça da Prainha. Em pouco tempo, tornou-se uma das baterias mais poderosas em relação à defesa da cidade, apesar de não ter grande importância nesse aspecto devido sua localização. O prédio original foi alterado várias vezes e já teve outras funções, como presídio político, depósito de armas e Arsenal de Guerra. Sofreu um grave incêndio em 1938, o que fez com que ele fosse inteiramente reconstruído. Atualmente, a fortaleza é aberta à visitação. Os frequentadores podem conhecer o Museu de Cartografia e Máquinas Antigas do Exército, os pátios externo e interno, as masmorras (onde os presos eram mantidos) e visualizar a Baía de Guanabara de um ângulo inédito para muitos cariocas.


Por causa da presença dos beneditinos na região, em 1834, foi desmontada a forca que existia na Praça da Prainha. Considerado a oficial da cidade, o instrumento foi responsável pela morte de muitas pessoas. Durante os três anos seguintes, o equipamento responsável pelos enforcamentos era remontado sempre que necessário. Outra mudança foi a construção do Cais da Imperatriz, em 1840, no lugar da estrutura do Cais do Valongo. A novidade foi realizada para receber a futura esposa do imperador D. Pedro II, D. Tereza Cristina, que vinha da Itália.


A Praça da Prainha teve esse nome até 1871, quando a Câmara Municipal rebatizou-o como Largo 28 de Setembro, em referência ao dia da assinatura da Lei do Ventre Livre. A venda de trabalhadores cativos era muito comum na região por causa do mercado de escravos do Valongo, nas proximidades do Morro da Conceição, onde existiam muitas chácaras. Esse comércio, até 1774, era realizado na Rua Direita (atual Primeiro de Março), perto do Largo do Carmo (mais tarde renomeada como Praça XV) - a mudança foi feita devido a questões sanitárias, pois a população queixava-se das doenças trazidas da África. Os negros chegavam ao Cais do Valongo, construído no século XVIII na Gamboa. De lá, eram "depositados" na Chácara do Valongo, que se estendia da antiga Praia da Gamboa até o morro, onde eram levados às casas de engorda, nas quais eram alimentados para parecerem mais fortes e valerem mais. Por fim, eram vendidos em vias públicas. Com a proibição da importação humana em 1831, o Valongo teve essa função interrompida. Apesar do novo nome, homenageando um dos indícios de que em breve a escravidão seria abolida, a população continuou a chamar a área de Praça da Prainha.


Com o passar do tempo, o povo passou a referir-se ao local como Praça Mauá, em referência a Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, que em 1853 criou a Imperial Companhia de Navegação e Estrada de Ferro de Petrópolis, a primeira ferrovia do Brasil. Com isso, ele reformulou os armazéns da região da Prainha para servir de cais. De lá, as mercadorias eram escoadas pelos trilhos até Fragoso, que atualmente faz parte do território de Magé. Evangelista foi homenageado, em 1910, com uma estátua de bronze instalada no meio da praça. A peça, com 8,5m de altura, foi encomendada pelo Clube de Engenharia ao artista plástico Rodolfo Bernardelli, um dos principais nomes da escultura da época. A nomenclatura "Praça Mauá" tornou-se a oficial após a abertura da Avenida Central (atual Rio Branco), durante o mandato do prefeito Pereira Passos (1902 - 1906).


No último ano de seu governo, Pereira Passos construiu no Valongo um jardim suspenso, no lugar onde, no passado, os escravos eram comercializados. Projetado pelo paisagista Luís Rei, foi a solução encontrada para ocupar a área acima do muro erguido e para de evitar o desmoronamento de terra após a duplicação da rua. O paisagismo romântico, inspirado nos jardins franceses e com alguns detalhes inspirados no trabalho feito pelo arquiteto Auguste Glaziou no Passeio Público, atraía cada vez mais os moradores da região. Estátuas das divindades romanas Minerva, Mercúrio, Ceres e Marte, que antes ornava o Cais da Imperatriz e até uma cascata enfeitavam o ambiente, que tem 1.636 metros quadrados e está a sete metros do nível do mar.


Nessa época, a Gamboa era popularmente chamada de Pequena África. O motivo desse apelido era antigo e tinha origens na época do comércio de escravos. Com a abolição da escravidão, muitos descendentes dos africanos passaram a morar no local devido à proximidade com o porto, onde trabalhavam. Além disso, a redondeza já era habitada por muitos negros que retornaram da Guerra do Paraguai. Esse agrupamento permitia com que a identidade cultural fosse preservada e criava um ambiente onde não havia exclusão social. Nas casas dos ex-escravos, as festas eram animadas com o choro tocado com flauta, cavaquinho e violão. Por causa dessa influência afro, surgiu ali o samba urbano carioca, com seus ranchos carnavalescos. Nomes como Donga e João da Baiana agitavam rodas de samba na Pedra do Sal, que também foi frequentado por Heitor dos Prazeres, Pixinguinha e Cartola. Localizada na descida do Morro da Conceição e a 200m da Praça Mauá, é o símbolo cultural dessa Pequena África e considerada um lugar sagrado por ser escolhido para alguns rituais religiosos. A Pedra do Sal recebeu esse nome porque, antes da região ser aterrada, o sal que chegava da Europa era descarregado ali, na rocha que beirava o mar.


Na década de 1920, o Morro da Conceição ganhou mais um atrativo: o Observatório Astronômico da Escola Polytechnica, que antes funcionava no Morro de Santo Antônio. Fundado em 1881, foi idealizado após uma briga entre o pesquisador Manoel Pereira Reis e o diretor do Imperial Observatório do Rio de Janeiro (atual Observatório Nacional, em São Cristóvão), Emmanuel Liais. Devido ao projeto de modernização da cidade, as instalações foram transferidas para o novo endereço, onde recebeu o nome de Observatório do Morro do Valongo. Em 1967, a instituição foi incorporada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.


Pouco tempo depois, em 1928, a construção do Edifício Joseph Gire mudou a paisagem da Praça Mauá. Popularmente conhecido como A Noite por causa do jornal homônimo, cuja sede era no endereço, foi erguido no local do antigo Liceu Literário Português, que havia se mudado para a Carioca. Foi o primeiro arranha-céu do Brasil, com 102 metros de altura divididos em 22 andares erguidos no estilo art déco. O projeto foi assinado por Elisário Bahiana, em parceria com Joseph Gire, o arquiteto que desenhou o Copacabana Palace e o Palácio Laranjeiras. No terraço, os visitantes podiam admirar a Baía de Guanabara do alto, algo raro na época. A partir da sua construção, teve início o processo de verticalização da cidade.


O auge da fama do A Noite teve início em 1937, quando a Rádio Nacional passou a ocupar os últimos andares. De lá, era transmitido o noticiário Repórter Esso, que, dentre as principais notícias, informou ao povo com exclusividade o suicídio do presidente Getúlio Vargas. No entanto, era o grande auditório, localizado no 21º andar, que atraía multidões. As pessoas lotavam o espaço para ver seus artistas favoritos se apresentando. Nomes como Orlando Silva, Carlos Galhardo, Luiz Gonzaga, Nuno Roland, Carmen Costa, Carmélia Alves, Ademilde Fonseca, Nora Ney, Adelaide Chiozzo, Dolores Duran, Emilinha Borba, Marlene, Ângela Maria e Cauby Peixoto fizeram parte do elenco da emissora, que transformava seus contratados em estrelas em todo o país rapidamente.


No contexto da Copa do Mundo de 1950, a Praça Mauá sofreu outra alteração: para dar vazão e para permitir a chegada dos dois maiores transatlânticos, o Queen Mary e o Queen Elizabeth, foi construída uma estrutura perpendicular ao cais. Era previsto um aumento no número de pessoas e de navios no porto durante o evento. O píer, que leva o nome do engenheiro Oscar Weinschenck (apesar de, popularmente, ser conhecido como Píer Mauá), o profissional responsável pela obra, tem 400m e avança sobre a Baía de Guanabara. No entanto, apesar das expectativas, o uso foi aquém do esperado: além da estrutura não ter ficado pronta a tempo, o número de visitantes foi muito pequeno devido à crise econômica da Europa após a Segunda Guerra Mundial.


A década de 1960 marcou o início da decadência da região. Com o crescimento da televisão como meio de comunicação, a Rádio Nacional perdia força, o que afastava o público de suas instalações e, consequentemente, reduzia o movimento na região. Além disso, com a transferência da capital para Brasília, o porto perdeu sua importância econômica, o que fez com que toda a área em seu entorno entrasse em declínio. A construção do Elevado da Perimetral, que alcançou a região em meados dos anos 70, completou a derrocada.

Após a região passar muito tempo descuidada, em 1986, foi agraciada com o Centro Cultural José Bonifácio. A instituição funciona em um prédio datado de 1878, onde existia um tradicional colégio idealizado pelo imperador D. Pedro II, que, após o fim da Guerra do Paraguai, em 1870, seria agraciado com uma estátua em sua homenagem. Após a arrecadação da verba, o regente recusou o presente e sugeriu que o dinheiro fosse usado para a construção da Escola José Bonifácio, que funcionou até 1966. Durante 11 anos, o prédio ficou vazio. Quando voltou a ser ocupado, foi transformado em uma biblioteca especializada em cultura afro-brasileira, que deu origem ao espaço cultural criado três anos antes de ser aberta ao público. Apelidado de "Zé Boni" pelos moradores da área, é um importante centro de divulgação da cultura afro.

Em 1996, uma obra em uma residência na Gamboa, na mesma rua do Centro Cultural José Bonifácio, trouxe à tona indícios que remontam à época na qual o comércio negreiro existia na região. Debaixo da estrutura da casa, construída no século XVIII, foi encontrada uma enorme quantidade de ossadas que pertenciam aos africanos que morriam antes de serem vendidos, além de objetos da época. No total, 5.563 fragmentos humanos foram encontrados e somente 28 corpos reconhecidos, a maioria do sexo masculino com idades entre 18 e 25 anos. Mais da metade dos mortos apresentava indícios de cremação. Suas origens foram descobertas a partir de entalhes nos dentes superiores, geralmente colocados a partir dos 14 anos por identificação tribal ou por estética. O sítio arqueológico, que passou a ser chamado de Cemitério dos Pretos Novos, tornou-se um Centro Cultural.


Em 2003, foi iniciada a obra da Cidade do Samba, também na Gamboa. O terreno, que antes pertencia à Rede Ferroviária Nacional, foi comprado pela Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, que buscava um endereço nas proximidades com o porto por causa de uma parceria com a Prefeitura, que já visava a recuperação da área. A construção foi concluída em 2006 e teve seu nome alterado para Cidade do Samba Joãozinho Trinta em homenagem ao carnavalesco já falecido. Após a inauguração, tornou-se um espaço dedicado ao samba, com espetáculos diários que fazem os visitantes sentirem como se estivessem no Carnaval.


Pouco tempo depois, em 2009, foi definida a revitalização da zona portuária através de uma lei ordinária que transformou a área em interesse urbanístico. Uma das primeiras intervenções foi a recuperação do Edifício A Noite, iniciada em 2012, antes do tombamento da estrutura ser aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em 1 de março do ano seguinte, foi inaugurado o Museu de Arte do Rio, na própria Praça Mauá, ocupando dois prédios: o antigo palacete D. João VI, construído entre 1913 e 1918, e o que antes era o endereço do Hospital José da Costa Moreira, da Polícia Civil, e do Terminal Mariano Procópio, que foi a rodoviária da cidade até a construção da Novo Rio, em 1956. Na mesma época, foram iniciadas as obras do Museu do Amanhã, no Píer Mauá (onde, cerca de dez anos antes, havia planos de instalar uma filial carioca do museu Guggenheim). As obras do projeto Porto Maravilha permitiram encontrar o local exato do cais do Valongo e da Imperatriz, cujas ruínas foram encontradas e devem ser preservadas, assim como os objetos resgatados (que serão expostos na mostra permanente "Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana" no Centro Cultural José Bonifácio, na Gamboa). É prevista ainda a construção de um aquário (anunciado como o maior tanque da América Latina), a instalação de veículos leves sobre trilhos cruzando a região e a substituição do Elevado da Perimetral por um novo sistema viário, entre outros. As novidades são apresentadas ao público no espaço Meu Porto Maravilha, com uma exposição interativa.


Nos dias atuais, a Praça Mauá continua sendo a porta de entrada dos visitantes que chegam ao Rio de Janeiro a bordo de navios. O prédio original da estação marítima de passageiros (que recentemente foi expandido com a restauração e o anexo do antigo armazém de bagagens), em estilo art nouveau, encanta os turistas com seus belos vitrais. Se, durante o dia, a parte cultural da região é um grande atrativo, à noite, as boates eróticas, que surgiram para entreter os marinheiros, atraem muitas pessoas que procuram esse tipo de lazer.

Atrações:
Mosteiro de São Bento: Rua Dom Geraldo, 40. Diariamente, das 7h às 18h.
Fortaleza da Conceição: Praça Major Valô, s/n. De segunda a quinta, das 7h às 16h, e sexta-feira, das 7h às 12h. As visitas devem ser agendadas pelos telefones (21) 2223-2177 / (21) 2263-9035.
Observatório do Valongo: Ladeira Pedro Antônio, 43.
Ruínas dos cais do Valongo e da Imperatriz: Avenida Barão de Tefé, entre as ruas Sacadura Cabral e Coelho e Castro.
Pedra do Sal: Largo João da Baiana, s/n.
Jardim do Valongo: Rua do Valongo, s/n. Diariamente das 10h às 18h.
Cemitério dos Pretos Novos: Rua Pedro Ernesto, 36. De terça a sexta, das 13h às 19h.
Centro Cultural José Bonifácio: Rua Pedro Ernesto, 80. De segunda a sexta, das 10h às 20h.
Cidade do Samba: Rua Rivadávia Correia, 60.
Museu de Arte do Rio: Praça Mauá, 5. De terça a domingo, das 10h às 17h.
Meu Porto Maravilha: Avenida Barão de Tefé, s/n (esquina com Avenida Venezuela). De terça a domingo, das 10h às 20h (inclusive feriados)

Fonte:
SEARA, Berenice. Guia de roteiros do Rio Antigo. Rio de Janeiro: Infoglobo Comunicações Ltda, 2004. 205 páginas
TABAK, Flávio. Relíquias da Leopoldina: Tesouro do Valongo ainda está em contêineres. O Globo, Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2013, página 18.
In: http://www.turistaaprendiz.org.br/detalhe.php?idDado=280
In: http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/saiba-tudo-cais-valongo-local-onde-entravam-africanos-escravos-brasil-seculo-xix-731373.shtml
In: http://viajeaqui.abril.com.br/estabelecimentos/br-rj-rio-de-janeiro-atracao-mosteiro-de-sao-bento-ig-n-s-montserrat
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In: http://www.ov.ufrj.br
In: http://www.turistaaprendiz.org.br/detalhe.php?idDado=204
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In: http://www.dicionariompb.com.br/radio-nacional/dados-artisticos
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In: http://cidadedosambarj.globo.com
In: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_do_Samba_Jo%C3%A3ozinho_Trinta
In: http://www.arcoweb.com.br/noticias/primeiro-arranha-ceu-brasil-edificio-noite-tombado-pelo-iphan.html
In: http://www.rio.rj.gov.br/web/riotur/exibeconteudo?id=157722
In: http://www.museudeartedorio.org.br/pt-br/o-mar
In: http://www.riodejaneiroaqui.com/portugues/praca-maua.html
In: http://www.turistaaprendiz.org.br/detalhe.php?idDado=348

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