Luisa Lins

      O verão chegou e a moda feminina acompanha essa época do ano com diversas tendências e estilos para 2020. Para conhecer as novidades desde ano, a equipe do Jornal Posto Seis conversou com funcionários e gerentes das lojas de um dos principais centros comerciais de Copacabana, o Santa Clara 33, onde averiguou que as cores quentes estão em alta, principalmente os tons de laranja e vermelho, mas o amarelo também ganha destaque nas peças. Complementando o visual da estação, a tendência é que as rasteiras e os chinelos tipo Havaiana repitam o sucesso das temporadas anteriores.

     A “Bag Shop” é uma das que costuma estar sempre lotada. Segundo uma das vendedoras, o movimento acontece ao longo do ano inteiro: “Por sermos um local de produtos acessíveis e com peças e acessórios de viagens e modas, a loja sempre tem cliente e o consumo nessa épocas de final de ano é equivalente ao do resto do ano”, afirma.

       Outro espaço do local que é movimentado é a loja Voah. De acordo com a gerente do estabelecimento, Agatha Alfeu, o público que consome é o feminino, dos 17 aos 35 anos. “Nós trabalhamos com roupas bem tropicais, floridas, estampadas e quase nenhuma vestimenta com a cor preta. As peças que estão sendo procuradas são os bodys, as saias com babados e vestidos. Na semana do Natal ainda chega novidades e mais opções. Nossas expectativas são altas para esse verão”- afirma.

     Para que possa haver inovação, muitas vendedoras e gerentes procuram modernizar combinações das peças e criação de conjuntos. A sócia Verônica Glicério, de uma loja de biquínis conta: “Nós aqui deixamos o cliente montar o conjunto de biquíni, e oferecemos diversas opções . Além dessas, também buscamos trazer mudanças e novos looks nos conjuntos de saídas de praia. Fazemos tudo para que possamos ter o nosso diferencial”, completa.

     Já para uma vendedora de uma das lojas da Santa Clara, 33, o movimento caiu muito, principalmente nesse final de ano. “Todos os verões a gente costuma vender bastante, mas, nesse está muito difícil, as pessoas olham e ninguém compra nada. 2019 não foi um ano muito bom no nosso setor comercial, mas espero que este ano seja”- completa.