(Foto: Divulgação)

O ator Fernando Reski estreou, em 13 de junho, seu novo programa, “Café Com Reski”. Na atração, exibida apenas pela internet e em três episódios, o artista recebe convidados em entrevistas exclusivas, onde cada pessoa, em uma conversa rápida e leve, irá expôr sua visão sobre temas diversos. Os episódios serão disponibilizados quinzenalmente, sempre às 19h, nas redes sociais do Centro Cultural Laurinda Santos Lobo, onde continuarão disponíveis para quem desejar assistir depois.

“Café Com Reski” faz parte do projeto “Laurinda na Rede”, no qual artistas diversos apresentam amostras de seus trabalhos. “Nesse tempo de incerteza, de COVID, é importantíssimo ter lugar para mostrar o trabalho além de sua própria página, para o próprio público. A visão muda’, defende o produtor Alexadre Lage, que continua: “A gente não gosta de ficar de braços cruzados, vendo tudo isso acontecer”.

Quando o isolamento social teve início, Reski estava prestes a estrear outro programa, este na TV, mas a pandemia adiou a produção. A ideia, então, foi adaptada para esta nova série, mas com algumas mudanças para adequar a atração às plataformas onde será exibida. A produção, originalmente pensada para ser algo grandioso, foi restrita a gravações caseiras, feitas com o celular de cada participante.

“Nossa ideia é mostrar que podemos ser super profissioais com algo que está na nossa mão o tempo todo. É claro que a edição faz mágica, mas foi interessante essa ideia de filmar sem recursos maiores. Isso não rebaixa o programa’, analisa Lage. À cada convidado, foi sugerida uma série de perguntas, cujas respostas resultarão em programas de 25 minutos, que terão como fio condutor algum tema.

No primeiro, sobe o sentimento do medo, participaram o ator Stepan Nercessian; a bailarina Ana Botafogo; o médico Jodinaldo Lucena; o ator Déo Garcez; o criador do projeto social “Cultura na Cesta”, WG de Rua; o bailarino Marto e o carnavalesco e comentarista de carrnaval Milton Cunha, responsável pela mensagem positiva que encerrou a exibição. “As entrevistas seguem uma linha de raciocínio. A gente se programa para ir ao ar daqui há 15 dias e imagina com estará o cenário”, descreve o produtor, que finaliza mencionando que a ideia não é falar de política: “A proposta é algo leve”.